Petrobras e McLaren:
uma parceria tecnológica

Estamos acelerando com a McLaren em uma parceria que envolve muita pesquisa e troca de conhecimento.

A Fórmula 1 exige performance extrema dos carros que disputam os melhores tempos, segundo a segundo. Grande parte das inovações e avanços nas pesquisas, feitas por engenheiros e pesquisadores aparecem na pista, antes de chegar ao mercado.

E para nós, essa parceria com a McLaren é estratégica para desenvolver e aprimorar nossos produtos.

Para você conhecer nosso laboratório sobre rodas, vamos explicar alguns detalhes de como ele funciona. Confira:

McLaren MCL33

O carro desta temporada resgata as cores usadas pela equipe em sua estreia na F1, há 50 anos. Seu peso é de 733kg, incluindo o piloto e excluindo o combustível. A aerodinâmica dos carros de F1 tem como objetivos principais aumentar sua aderência na pista e minimizar a pressão do ar contra a aceleração do veículo.

Combustível

O regulamento da F1 hoje exige que o combustível seja muito parecido com o que é comercializado para carros comuns. Antes de cada prova as equipes precisam mandar amostras do combustível para análise, que são novamente testadas no dia da prova.

Pit Stop

Desde 2009 as equipes estão proibidas de abastecer no meio da corrida e o peso máximo de combustível por carro é de 105kg – no automobilismo o combustível se mede por peso e não por volume. Isso demanda combustíveis cada vez mais leves e eficientes . Cada kg pode determinar uma vantagem ou uma desvantagem no tempo de prova.

Unidade de potência

Quando se trata de carros de F1, não falamos de motor à combustão de forma isolada. O termo utilizado é unidade de potência, que associa o motor e outros componentes de geração e armazenamento de energia. No caso do MCL33 a unidade de potência é da Renault.

Óleo de motor

Você deve imaginar o desgaste que uma corrida de F1 deve gerar nos carros, certo? E as regras atuais limitam o número de vezes que as equipes podem trocar suas unidades de potência ao longo da temporada. E é aí que entra a importância do óleo lubrificante, com a função de proteger o motor. Após cada prova, o óleo é testado para verificar traços de metal, monitorando assim a taxa de desgaste dos carros.

Câmbio

Os carros da F1 tem 8 marchas, além da marcha ré. Em cada corrida, são realizadas milhares de trocas de marcha, chegando em alguns circuitos a uma impressionante média de uma troca a cada 2 segundos. Assim como o óleo de motor, a tecnologia envolvida no óleo de câmbio é essencial para minimizar o desgaste das peças.

 

Nossos técnicos e engenheiros do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e profissionais do Centro de Tecnologia da McLaren estão trabalhando juntos na busca das melhores soluções para o desenvolvimento de combustíveis e lubrificantes.

Amostras de gasolina, óleo de motor e óleo de câmbio são enviadas periodicamente para o Centro de Tecnologia da McLaren para testes. Com base nos resultados, os nossos pesquisadores têm o desafio de promover ajustes para que os produtos alcancem as características perfeitas para fazer o carro da McLaren voar baixo nas próximas temporadas da F1.

Desenvolvimento de produtos no Cenpes

Análise em conjunto no Centro de Tecnologia da McLaren

Envio para testes e feedback do fornecedor de motores da McLaren

Centros de Tecnologia

Conheça agora um pouco mais sobre os locais de onde vem toda essa tecnologia envolvida na nossa parceria:

O Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) é um dos principais centros de pesquisa do setor de energia no mundo. Localizado na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, conta com laboratórios e salas de simulações e imersão projetados para fornecer e antecipar soluções tecnológicas para nossos produtos e processos.





Localizado em Woking, na Inglaterra, o Centro de Tecnologia da McLaren (MTC) é a sede da empresa e simboliza a filosofia inovadora da marca. É neste espaço, projetado com arquitetura impactante e sustentável, que está reunido todo o time da McLaren, de forma totalmente integrada, trabalhando em pesquisas e no desenvolvimento das mais avançadas tecnologias do automobilismo.

Duas histórias parecidas. O mesmo amor pela tecnologia e pelo conhecimento.

Ana é engenheira no Centro de Pesquisa da Petrobras. Neil desempenha a mesma função, só que do outro lado do mundo, na McLaren Technology Center. Ambos cresceram apaixonados por carros e viram suas vidas se transformar ao decidirem investir em uma carreira voltada às suas paixões por carro e por engenharia.

Assista aos vídeos e entenda como a busca pelo conhecimento mudou o rumo da história dos dois.