Petrobras e McLaren:
uma parceria tecnológica

Estamos acelerando com a McLaren em uma parceria que envolve muita pesquisa e troca de conhecimento.

A Fórmula 1 exige performance extrema dos carros que disputam os melhores tempos, segundo a segundo. Grande parte das inovações e avanços nas pesquisas, feitas por engenheiros e pesquisadores aparecem na pista, antes de chegar ao mercado.

E para nós, essa parceria com a McLaren é estratégica para desenvolver e aprimorar nossos produtos.

Para você conhecer nosso laboratório sobre rodas, vamos explicar alguns detalhes de como ele funciona. Confira:

McLaren MCL34

O design deste ano inspira-se no icônico esquema de cor papaia que a McLaren utilizou pela primeira vez na Fórmula 1, em 1968. Seu peso é de 743kg, incluindo o piloto e excluindo o combustível. A aerodinâmica dos carros de F1 tem como objetivos principais aumentar sua aderência na pista e minimizar a pressão do ar contra a aceleração do veículo.

Combustível

O regulamento da F1 hoje exige que o combustível seja muito parecido com o que é comercializado para carros comuns. Antes de cada prova as equipes precisam mandar amostras do combustível para análise, que são novamente testadas no dia da prova.

Pit Stop

Atualmente, o pit-stop é utilizado principalmente para troca de pneus, pois desde 2009 as equipes estão proibidas de abastecer no meio da corrida e o peso máximo de combustível por carro é de 105kg – no automobilismo o combustível se mede por peso e não por volume. Isso demanda combustíveis cada vez mais leves e eficientes . Cada kg pode determinar uma vantagem ou uma desvantagem no tempo de prova.

Unidade de potência

Quando se trata de carros de F1, não falamos de motor à combustão de forma isolada. O termo utilizado é unidade de potência, que associa o motor e outros componentes de recuperação e armazenamento de energia. No caso do MCL34 a unidade de potência é da Renault.

Óleo de motor

Você deve imaginar o desgaste que uma corrida de F1 deve gerar nos carros, certo? E as regras atuais limitam em 3 o número de vezes que as equipes podem trocar suas unidades de potência ao longo da temporada. E é aí que entra a importância do óleo lubrificante, com a função de proteger o motor. Após cada prova, o óleo é testado para verificar traços de metal, monitorando assim a taxa de desgaste dos carros.

Câmbio

Os carros da F1 tem 8 marchas, além da marcha ré. Em cada corrida, são realizadas milhares de trocas de marcha, chegando em alguns circuitos a uma impressionante média de uma troca a cada 2 segundos. Assim como o óleo de motor, a tecnologia envolvida no óleo de câmbio é essencial para minimizar o desgaste das peças.

 

 

Nossos técnicos e engenheiros do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e profissionais do Centro de Tecnologia da McLaren estão trabalhando juntos na busca das melhores soluções para o desenvolvimento de combustíveis e lubrificantes.

Amostras de gasolina, óleo de motor e óleo de câmbio são enviadas periodicamente para o Centro de Tecnologia da McLaren para testes. Com base nos resultados, os nossos pesquisadores têm o desafio de promover ajustes para que os produtos alcancem as características perfeitas para fazer o carro da McLaren voar baixo nas próximas temporadas da F1.

Desenvolvimento de produtos no Cenpes

Análise em conjunto no Centro de Tecnologia da McLaren

Envio para testes e feedback do fornecedor de motores da McLaren